Tens a arte de sorrir quando o mundo inteiro diz não? Então.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Aquela busca.

Sozinha. Ao acordar, pedi a mim que fizesse uma análise, daquelas intensas, mas sem pensar muito, e falo de me afastar da realidade. Totalmente. Quis imaginar uma vida diferente, uma história diferente, outra pessoa. Em como seria. Talvez algumas coisas fossem até parecidas, As pessoas que me cercavam eram as mesmas, mas o que eu procurava retirar delas tinha tomado um outro rumo. Ponto de vista. Buscava nelas o saber que eu não tinha, aquele jeito intrínseco de cada pessoa, e até os defeitos eu tinha decidido perceber. Percepção. Talvez seja essa a melhor palavra para definir essa nova pessoa que eu resolvera ser. “Talvez” porque a síntese de todas essas informações ainda carecia de síntese. Mas, perceber o melhor e o pior do que me cercava era realmente criar outra pessoa. Quem eu era realmente. Fantástico! Cheguei à uma conclusão sorrateira, que Anitelli cantou: ‘Descobrir o verdadeiro sentido das coisas é querer saber dimais, querer saber dimais’. E ainda, que eu sou completamente imperfeita. Amanhã não serei mais sozinha. Terei a mim. E a meus sonhos, que me completam, acompanhados dessa realidade tão perturbadora, e tão intensa, e ainda da minha fé. Composição perfeita, não fosse por mim.

Um comentário:

Alessandro Vargas disse...

Essa busca.
Muitos se perdem num labirinto...

Beijos.